16.8.16

Master Chef versão universitária

Dentre as inúmeras coisas sobre os meus hábitos que não são nem um pouco saudáveis talvez minha alimentação seja a rainha - eu como muito mal. Eu tenho uma preguiça muito sincera de tudo que envolve uma alimentação bonitinha: fazer compras, cozinhar, lavar a louça depois... Se não fosse pela existência do ser humano lindo que mora comigo, eu acho que sobreviveria mesmo de coisas que já vem prontas e demandam o mínimo de esforço possível.
Além disso a gente nunca pode ignorar o fato orçamento na conta. O mercado tá um absurdo de caro, minha gente, você entra com 50 conto no bolso e passa vergonha!! Então momentos críticos de se-vira-com-o-que-tem são bem frequentes - e no meio disso, várias burradas são feitas, claro.
Mas eu to falando tudo isso porque: tem saída, gente! Se até euzinha, com todo o meu talento e paciência para as artes culinárias, consigo de vez em quando fazer uns pratos decentes, qualquer um consegue. Observem:








Brócolis e farofa são ótimas coisas pra se ter em casa. Brócolis porque é verde e bonito e simplesmente delicioso e dá pra colocar em tudo que fica ótimo. Farofa porque ela tudo: traz um pouco de sabor pra comida mal temperada, ameniza comida muito salgada e dá um tchan na comida que não tem gosto de nada.

Molho branco também é uma ótima pedida, já que é  basicamente creme de leite e você pode incrementar com o que quiser/tiver em casa. Nesse aí eu coloquei creme de leite, margarina, alho, sal e umas fatias de mussarela.




Olha aí o brócolis de novo no que eu gosto de chamar de ~~arroz mágico~~
Nesse caso, eu fiz o arroz normal e coloquei pra cozinhar junto na mesma panela o brócolis, o milho, as batatas e o tempero. E pronto, tá pronto. Isso aí com uma maionese e uma farofinha é uma refeição mais do que completa nos meus parâmetros.

Mais uma versão do arroz mágico e nesse eu preciso confessar que meio que não sei. Eu fiz arroz com seleta (minha querida, adorada, amada, indispensável seleta!!) e tentei fazer um purê de batatas que virou mais um molho branco com pedaços de batata cozida. E aí, reiterando, farofinha e ready to go!

E, finalmente, esse que foi o possível melhor macarrão que eu já fiz. Reparem na farofinha, sempre presente! E acho até engraçado esse ser a pior foto e a pior situ - euzinha comendo na panela por falta de vergonha na cara - já que a comida em si ficou tão boa.
Eu cozinhei o macarrão com açafrão e numa outra panelinha eu fritei cebola e alho bem picadinhos (fiz com um pouco menos de meia cebola grande e dois dentes de alho). Quando o macarrão estava pronto, eu só misturei a coisa toda e comi. Ficou melhor do que os molho tudo.

Bom, não sei muito bem onde fica a utilidade desse post, mas pra garantir eu deixo aqui uma lição de moral pra vocês: morar longe dos pais não é fácil, gente. Eu poderia fazer um post enooooourme reclamando do perrengue que é comprar móveis (e sobreviver sem eles enquanto eles não existem), pagar contas (e ver aquela quantidade atroz de golpinhos indo embora com o aluguel) ou ter que cumprir com tarefas domésticas horrendas do tipo lavar a louça e dobrar roupas. Mas o perrengue inicial, e pior do que qualquer um dos citados, é se alimentar que nem ser humano. Principalmente quando você é o tipo de pessoa que aprendeu a fazer arroz com 18 anos e até o presente momento não sabe ligar o próprio forno.

Aguardem atualizações. E me mandem receitinhas!
















30.7.16

Um raro lapso de perseverança



Eu estou sem computador.
Conhecendo bem o tipinho, isso seria motivo suficiente pra nunca mais fazer absolutamente nada na vida, já que "tô sem computador" é uma muleta excelente. Mas, inusitadamente, cá estou eu em mais uma talvez vã tentativa de fazer esse blog acontecer.
Então eu vou persistir até por que hoje em dia dá pra fazer qualquer coisa com um smartphone em mãos. Assim sendo, aguardem muita foto sem qualidade, uns post meio bosta e umas montagens extremamente amadoras. Se alguém tiver uma truques pra facilitar a minha vida de mobile blogger sinta-se a vontade pra compartilhar o ouro com a miga lesada aqui.
Espero que seja suficiente.

31.5.16

enjoy the silence


A fala é violenta e calar se torna a melhor opção quando o que se tem a dizer é médio. Aprendemos que o silêncio dói e então nos contentamos com barulho. Ora, o silêncio só dói se você estiver tendo as conversas erradas.

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