28.11.16

eu to viva



Minha mãe, coitada, precisa me stalkear no facebook pra saber se eu ainda existo ou não. Não respondo nem as pessoas que eu amo nas redes sociais, muito menos aquelas que não rolou de amar ainda. Eu não estou em lugar nenhum exatamente, e eu nunca dou certeza, eu nunca combino de aparecer porque eu simplesmente sei que não vou.

Não sei dizer se é preguiça ou simplesmente apatia, mas de vez em quando eu sumo mesmo - e só entra em contato comigo quem aparece de surpresa na minha casa. Ás vezes dura uns dois dias e passa, ás vezes não. Dessa vez já dura uns meses, mas persistimos trabalhando.

E eu continuo amando as pessoas e desejando o bem delas e acompanhando meio que de longe as alegrias compartilhadas na timeline - eu só não posso estar presente, ali, naquele momento, porque eu estou em outro lugar - ou, como eu falei ali, em lugar nenhum.

Esse blog já não era muito estável antes e ele acabou sendo um dos inúmeros ~projetinho~ que se perderam nessa brincadeira de sumir, e isso me deixa triste porque apesar de tudo é algo que eu gosto muito e sempre acabo voltando, mesmo que seja pra fazer esses posts meio estranhos e largar depois de 15 dias. Persistimos trabalhando nisso também.

É isso. Eu não to morta! Até eu de vez em quando preciso lembrar disso. Coisas ruins acontecem todos os dias com todo mundo, mas pelo menos eu to viva.

Ando vendo Grey's Anatomy exaustivamente e escutando muito isso aqui:

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